7 Coisas pelas quais você nunca vai ter tempo suficiente

Há pelo menos sete coisas na liderança pelas quais você nunca vai ter tempo suficiente – ao menos, claro, se você as fizer.

E líderes sábios as fazem de verdade.

Meu palpite é que, se você está lendo isso, é porque já está se sentindo pressionado pelo tempo e um pouco sobrecarregado.

Bem-vindo à liderança. Bem-vindo à vida.

Se você estudar as diferenças entre os grandes líderes e os líderes ruins, muitos deles se concentram em torno da proatividade, na recusa de desculpas e no pensamento em abundância.

Outra diferença fundamental é que os grandes líderes se recusam a deixar seus dias serem sugados por reuniões e mais reuniões inúteis, e-mails e serem atraídos para as prioridades urgentes de outras pessoas.

Se você chegou à sexta-feira e teve dificuldade em responder à pergunta: “O que fiz esta semana?”, pode ser porque você não conseguiu reservar tempo para essas sete coisas para as quais os grandes líderes sempre encontram tempo.

Então, se você realmente quiser melhorar sua liderança e começar a realizar algo significativo, comece a ganhar tempo para esses sete fatores.

1. Investindo em suas melhores pessoas
Adivinha quem monopolizará seu tempo se você não for proativo? As pessoas mais problemáticas. Elas ocuparão sua agenda inteira, a menos que você decida o contrário.

Quando o voluntário X não aparece pela quinta vez, a maioria dos líderes gastaria tempo e esforço incríveis tentando consertar isso. Ou você recebe outro pedido de reunião da pessoa Y, que sempre parece ter alguma crise insolúvel acontecendo em sua vida.

E no processo, seus melhores líderes serão ignorados.

Suas melhores pessoas – aquelas que aparecem na hora, sempre preparadas e prontas para fazer um trabalho excepcional – raramente pedem para se encontrar com você. Elas nunca te ligam. Nunca te incomodam.

Uma ótima prática de liderança é passar a maior parte do seu tempo com seus melhores profissionais.

Por quê?

Isso os torna melhores.

Isso te faz melhor.

Move sua missão para frente mais rapidamente.

E, sejamos honestos, não é como se as pessoas realmente melhorassem tanto após você se encontrar com elas. Elas continuam sendo problemáticas.

Portanto, reduza suas perdas e passe a maior parte do tempo com as melhores pessoas.

2. Planejando o futuro
Nunca há tempo suficiente para fazer um ótimo trabalho planejando o futuro. Mas se você estudar os líderes com melhores desempenhos perceberá que eles fazem algo que muitos outros líderes não fazem: gastam muito tempo trabalhando em planos para o futuro.

Naturalmente, eles também executam as ideias. Mas ter uma missão, uma visão, uma estratégia e até mesmo um conjunto de valores cuidadosamente elaborados e compartilhados, pode guiar sua organização para o futuro.

Se você não planeja o futuro, o futuro simplesmente acontecerá.

Se você planeja o futuro, você vai moldá-lo.

Quando foi a última vez que você reservou um dia inteiro – ou mesmo uma semana inteira – para planejar o futuro?

Ninguém nunca vai pedir para você fazer isso; eles só vão te criticar se você não fizer. Então, faça.

3. Seus projetos de maior valor
Se você dividir o que você faz em categorias do menor para o maior valor, você aprenderá algo interessante.

Você naturalmente passará a maior parte do tempo fazendo as coisas que fornecem o menor valor: respondendo a e-mails, indo a reuniões muito longas e que não precisariam ter acontecido ou que você não deveria ter comparecido, e respondendo a perguntas que realmente não movem sua missão para frente.

Pense desta forma: se você não participou de nenhuma das situações acima durante uma semana, o que seria realmente perdido (além de ter uma caixa de entrada cheia para esvaziar)?

Mas você também faz coisas que fornecem um valor excepcionalmente alto. Embora varie de líder para líder, para mim essas coisas criariam grandes séries de sermões, estabelecendo objetivos para os próximos meses e anos e garantindo que nossos líderes mais antigos se mantenham saudáveis ​​e estejam em sua missão. Eu sei que quando faço essas coisas bem, nossa igreja faz o melhor.

Se você gasta constantemente tempo em projetos de alto valor, terá um legado muito maior como líder do que os outros que não o fazem.

Então, qual é o maior valor que você traz para sua organização? Reserve um tempo significativo para fazer isso.

4. Exercícios
Eu evitei isso por muito tempo na minha liderança. Durante a primeira década do meu tempo na liderança, mal me exercitei.

Ironicamente, trabalhei mais horas e fiz menos coisas.

Embora não seja perfeito em minha rotina de exercícios, ela tem sido uma parte importante da minha vida nos últimos cinco anos, mais do que em qualquer outro momento. Assim como o sono adequado.

Talvez não por coincidência, no tempo em que mais me exercitei e dormi melhor, nossa igreja cresceu de uma forma que jamais tinha crescido antes. Eu também escrevi três livros, lancei este blog e lancei um podcast de liderança.

Isso pode não ser uma simples coincidência.

Você arrumará tempo para ir ao médico se sofrer de obesidade, diabetes ou doença cardíaca. Então, por que não reservar esse tempo para fazer exercícios?

5. Sono adequado
Nos anos 80 e 90, os líderes costumavam se gabar do pouco sono que tinham. E eu segui essa linha de pensamento até quase me matar.

A falta crônica de sono foi um fator importante no desgaste pessoal que eu passei quase uma década atrás.

Hoje, eu não perco mais o sono. Na verdade, acredito que dormir uma noite inteira e até tirar sonecas é uma arma secreta que a maioria dos líderes não percebe que existe.

Você pensa com mais clareza e se torna mais agradável quando está descansado. Todo mundo fica assim. E essas são duas características principais de líderes eficazes.

Todo mundo vai pedir para você ficar acordado mais tarde para fazer as coisas. Não faça isso. Vá para a cama no horário certo. Você se sentirá mais revigorado e vivo pela manhã.

6. Família
Todos querem que você tenha uma ótima vida familiar como líder, mas eles pedirão que você participe do evento no próximo sábado (que será seu dia de folga com a família). Então, o que você faz? Muitos líderes cedem e dizem sim ao evento.

Toda vez que você diz sim a um evento no seu dia de folga, está dizendo não à sua família.

Toda vez que você diz sim para sair à noite, está dizendo não à sua família.

Toda vez que você diz sim a um projeto que não consegue administrar adequadamente, está dizendo não à sua família.

Duas coisas podem ajudar nisso. Primeiro, determine antecipadamente qual será o tempo com a sua família. Então, quando as pessoas perguntarem se você está livre, pode simplesmente dizer: “Sinto muito, tenho um compromisso”. Se tudo o que você tem é um espaço em branco em sua agenda, você acabará dizendo sim. Então escreva “FAMÍLIA” no seu calendário como se fosse um compromisso. Em segundo lugar, você precisa aprender a dizer não de forma agradável.

Um dia você vai se aposentar da liderança. Você nunca vai se aposentar da sua família.

7. Pensamento
Todo líder precisa de tempo para pensar. Se sua vida é uma série de reuniões longas, administração, textos e e-mails intermináveis, você nunca terá tempo para realmente pensar.

Inovação nunca surge de líderes que querem apenas terminar as tarefas. Ela vem de líderes que questionam o que “isso ou aquilo” deveria ser.

Mais uma vez, você pode deixar um espaço em branco na sua agenda apenas para pensar. Vá para um longo passeio de carro com as janelas abertas. Encontre uma cafeteria para se sentar e beber algo. Dê um passeio na floresta. Ou apenas tranque a porta do escritório, feche o notebook e pegue uma caneta e papel.

Você pode desenvolver algumas estratégias para se tornar um pensador melhor, mas primeiro você precisa simplesmente criar espaço e tempo para que isso seja possível.

Este post foi originalmente escrito em inglês por  Carey Nieuwhof 12 de dezembro de 2016 e traduzido e adaptado para o português pela Equipe Pense Laranja.

O Porquê e o Como na Construção de uma Cultura Sólida de Pequenos Grupos

“Círculos são melhores que fileiras.”

Nossa igreja tem sido uma das centenas que adotaram essa frase na última década, como um grito para uma comunidade autêntica. Para aqueles na equipe que lideram a próxima geração, significa que priorizaremos os relacionamentos quando quisermos organizar e estruturar nosso ministério. De nossos bebês até nossos alunos do ensino médio, desejamos que todas as crianças de nossos ministérios sejam conhecidas pelo nome e tenham um lugar no qual fazem parte. E acreditamos que a melhor maneira de conseguir isso é liderar de maneira pequena.

Por que desenvolver uma cultura de Liderança Pequena? Porque mesmo o plano de Deus não tendo mudado, as relações com a igreja mudaram.

A liderança pequena é um belo reflexo do Evangelho. Ao criar uma Cultura de Pequena Liderança, Reggie Joiner nos lembra que a narrativa da Bíblia está ancorada no fato de que Deus se tornou um homem para que pudesse provar o quanto Ele nos ama. Ele apareceu como pessoa para demonstrar o quanto nós somos importantes. Para nos provar que somos conhecidos por Ele e nos convencer de que pertencemos à Sua família.

Este sempre foi o plano de Deus e isso não mudará. O que tem que mudar são as estratégias de discipulado que levam a igreja a falhar.

Toda pessoa viva tem uma capacidade limitada. Todos os dias, há muito que podemos pensar, muito que podemos fazer, muitos relacionamentos nos quais podemos investir. À medida que as igrejas crescem e as necessidades das famílias se aprofundam, nós, como pastores, percebemos que restringimos a influência de relações. Então, e se convidássemos líderes de pequenos grupos para pastorearem conosco, enquanto estabelecemos, orientamos, desenvolvemos e desafiamos a fé da próxima geração juntos? A cada semana, os líderes de pequenos grupos têm a mesma oportunidade de aparecer, assim como Jesus fez na encarnação. Isso significa estar presente para um grupo de crianças ou estudantes que precisam ser avisados, talvez pela primeira vez, de que eles são importantes.

“Os recursos mais valiosos para ajudar as pessoas a verem Deus são as pessoas em sua igreja que conhecem a Deus.” –
Reggie Joiner

Se acreditamos na importância de priorizar o relacionamento, temos que estar dispostos a nos comportar de uma maneira que proporcione aos relacionamentos o que eles precisam para prosperar: uma estrutura sólida, líderes sólidos e uma experiência sólida.

Você pode começar reunindo sua equipe do ministério e fazendo as seguintes perguntas:

Estrutura Sólida

  • Existe um líder e uma equipe designados para supervisionar a estratégia de pequenos grupos?
  • Quais ajustes podem ser feitos nos programas existentes do ministério, de modo que eles sejam etapas para colocar as crianças em grupos?
  • Seus calendários sazonais e semanais complementam ou criam um conflito entre o que acontece na cultura da igreja e em casa?

Líderes Sólidos

  • Qual é a porcentagem de seus líderes que mudaram seus turnos para assumir uma responsabilidade semanal?
  • Com que frequência seus líderes são agradecidos, encorajados e treinados?
  • Você tem uma estratégia clara na forma como você convida e ensina novos líderes em seu ministério?

Experiência Sólida

  • Seus recursos e currículo apoiam os líderes com o que eles precisam a cada semana?
  • Como o seu espaço físico é projetado e administrado para ajudar pequenos grupos a vencer?
  • Todos entendem como avaliar relacionamentos de pequenos grupos e a experiência do grupo?

Peter Drucker diz: “A cultura come estratégia como café da manhã”.

Em outras palavras, os valores da nossa equipe podem estar em nossas cabeças e em nossos corações, mas…

se eles não forem transferidos para nossas mãos e se tornarem hábitos…

se nossos comportamentos não corresponderem às nossas crenças…

se não estivermos abertos à ideia de agir de acordo com um novo modo de pensar…

ENTÃO nossa estratégia não leva a nada.

A chave para criar uma Cultura de Pequenos Grupos não é que você só acredite no impacto que líderes de pequenos grupos podem ter na vida de uma criança, mas que se comporte como você. Lembre-se de que, embora o nosso mundo esteja sempre mudando, o plano de Deus continua o mesmo… e isso é uma boa notícia! Como líderes do ministério, sejamos corajosos em introduzir a mensagem de uma comunidade autêntica em nossas estruturas, lideranças e experiências, até que cada criança seja conhecida e tenha um lugar no qual faz parte.

Este post foi originalmente escrito em inglês por Daniel De Jesus | 14  de março de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Como Encorajar Líderes de Voluntários

Obviamente, a própria palavra “voluntário” comunica que as pessoas voluntariamente escolheram apoiar nossa missão e atender às necessidades. Elas sabiam no que se inscreveram e decidiram investir neste trabalho. Elas conhecem o que está em jogo. Esclarecemos o que deviam esperar durante a orientação e mantivemos uma imagem clara de nossa visão diante delas regularmente.

Ser voluntário no ministério é uma honra. É um privilégio. Nós conseguimos fazer isso! Há muito mais trabalho a ser feito, então por que precisamos gastar tempo incentivando nossos líderes voluntários? Eles já estão tão felizes em servir. Eles até aceitaram um papel de liderança, então eles realmente sabem o quanto os valorizamos.

Nós provavelmente não pensamos sobre este tipo de casos extremos, mas nessa atividade de criar ministérios nós podemos frequentemente esquecer quão inestimáveis ​​nossos líderes voluntários realmente são. Nós não cumpriríamos metade dos nossos objetivos sem eles. E se você já foi voluntário, sabe que é ótimo ser encorajado.

À medida que continuamos a impactar as famílias, influenciamos nossas comunidades e moldamos a fé da próxima geração, não vamos esquecer aqueles que ajudam a fazer isso acontecer. Use as dicas a seguir para inspirar, celebrar e incentivar seus líderes voluntários.

Tome Iniciativa

Se nossos líderes voluntários nos procuram buscando encorajamento, perdemos uma oportunidade anteriormente. Ser proativo faz toda a diferença. Separar um tempo em nossas agendas para nos conectarmos individualmente e em grupos com nossos líderes provará ser um tremendo encorajamento.

Realizar reuniões trimestrais com nossos voluntários líderes fornece uma avaliação consistente de onde eles estão. Mas interações individuais mais consistentes para “atingir a base” fornecem ainda mais profundidade. O tempo é o nosso bem mais valioso, por isso, adicionar líderes voluntários aos nossos horários demonstra seu valor e o nosso desejo de investir neles.

Compartilhe Histórias

Ver o fruto de seu trabalho é o combustível para seu motor. Saber que o trabalho que você faz realmente significa alguma coisa, faz com que você queira ainda mais. Então, quando as histórias chegam até você sobre alguma experiência que pode mudar sua vida, certifique-se de que elas retornarão àqueles que tiveram uma participação nela.

Embora o dia possa ter sido difícil e exaustivo, ouvir como a vida de alguém foi impactada resulta num momento de felicidade. Capture o máximo de histórias possíveis. Essa é, provavelmente, uma das coisas mais importantes que você pode fazer.

Seja Honesto

Às vezes, pode ser difícil encontrar bons voluntários. Pode ser ainda mais difícil encontrar bons líderes voluntários. A escassez pode nos levar a fazer coisas malucas. Mentira e omissão são duas delas.

“Não é tão ruim que ela faça isso” ou “não é o fim do mundo que ele lidere dessa forma” são duas frases que precisamos eliminar. Quase todo mundo aprecia a honestidade, especialmente quando é abordada com amor. Não vamos dar tapinhas nas costas dos nossos líderes apenas para mantê-los lá.

Fazer uma crítica construtiva é uma forma de encorajamento. Nossos líderes ficarão agradecidos por termos escolhido ajudá-los a fazer seu melhor, em vez de não dizer nada e, assim, impedi-los de atender às expectativas de todos.

Seja Específico

A especificidade fornece clareza. O encorajamento geral é bom, mas o estímulo específico é ótimo! Compartilhar nosso apreço pelo excelente trabalho geral que fizeram não envia a mesma mensagem que compartilhar o apreço pelo excelente trabalho que fizeram ao realizar uma atividade específica.

Que sensação boa é para os nossos líderes saberem que a maneira específica como eles se conectaram com a família causou um enorme impacto. Mesmo fora de seus horários de serviço, compartilhar algo específico que você observou enquanto eles falam com seus filhos leva o encorajamento a um nível ainda mais alto.

Diga OBRIGADO

No mínimo, devemos agradecer aos nossos líderes voluntários. Essa palavra é incrivelmente poderosa. No entanto, o poder está limitado à sinceridade de quem a diz. Um sincero “obrigado” pode transformar o dia de alguém. Como mencionado anteriormente, a especificidade ajuda no encorajamento. Não é apenas um simples “obrigado” quando se diz de forma específica.

O encorajamento nunca sai de moda. Ele é contagiante. Vamos continuar a fazê-lo e assisti-lo se espalhar.

 

Este post foi originalmente escrito em inglês por  | 7  de maio de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Ajudando Voluntários a Passar pela Mudança

Era hora de mudar, era hora de alterar o serviço de sábado às 16h00 para as 17h00. Passamos meses pesquisando os melhores horários de atendimento, pedindo informações às famílias e discutindo a mudança com as partes interessadas. (Eu não sabia que os horários de serviço tinham partes interessadas.) Quando chegou o dia da mudança, no entanto, choro e reclamações foram ouvidos por quilômetros de distância. Por mais de um ano, cartas anônimas foram colocadas no local de oferta, implorando, ameaçando, exigindo o retorno do serviço de sábado às 4 da tarde. Como poderia um simples turno de 60 minutos causar tanto alvoroço?

Se você está na liderança há muito tempo, tenho certeza de que tem suas próprias cicatrizes de uma mudança que você liderou. Talvez você tenha alterado uma política, pintado uma parede ou retirado um programa. Por que a mudança causa tamanha angústia? Ou as pessoas são más ou a mudança é difícil. Embora certamente existam pessoas más, acho que a razão subjacente para a resistência é que passar por uma mudança é difícil.

Portanto, a escolha é evitar mudanças sempre que possível ou aprender formas eficientes de conduzi-las. Embora uma mudança sempre cause angústia para algumas pessoas, acho que há passos que podemos seguir para, efetivamente, conduzi-la de maneira saudável, com o mínimo de revolta possível.

Passo Um: Identifique a cultura 

É importante entender como a cultura de sua igreja responde às mudanças em geral. Algumas culturas gostam de mudar. Se eles não tiverem uma grande mudança em algumas semanas, eles começam a procurar algo para alterar.

Do outro lado do espectro está a cultura avessa à mudança, onde a tradição é importante, o “novo” é suspeito e o status quo é reverenciado.

Aqui está um teste simples para saber se sua cultura gosta ou é avessa à mudança. O que seria necessário para mudar a cor de uma parede no berçário?

Avessa à mudança: uma reunião de comissão, um voto congregacional e um milagre.

Gosta de mudar: um balde e um pincel.

Passo Dois: Entenda os líderes 

Para liderar uma mudança de forma eficaz, é essencial entender como outros líderes processam as mudanças. Os extremos opostos do espectro são representados por dois homens pelos quais tenho muito respeito: Harold e Rick.

Harold é meu sogro e é avesso às mudanças. Ele tinha um buraco na parte de trás de várias calças, porque sua cadeira no trabalho tinha uma mola solta e ele escolheu continuar sentando nela, mesmo com a mola, ao invés de trocar de cadeira. Rick é um pastor com o qual trabalhei uma vez, e é um visionário incrível que ama a mudança. Seu lema é: “se Deus me der uma visão hoje, por que eu esperaria até amanhã para agir?”.

Quando você está trabalhando com uma equipe, é importante identificar os “Harolds” e os “Ricks” em seu time. Com os Harolds, você precisa dispender muito tempo explicando a mudança, enquanto os Ricks estão mais interessados ​​no resultado potencial.

Passo Três: Convoque a equipe 

Um dos princípios que me norteiam é algo que aprendi em um curso de administração na Dale Carnegie, há alguns anos: “As pessoas apoiarão um mundo que ajudaram a criar”. Poucas pessoas gostam de mudanças que são impostas, mas a maioria apoiará as mudanças que elas ajudaram a construir.

Passo Quatro: Espalhe a notícia 

Todo mundo gosta de estar no caminho certo, por isso é importante “espalhar” a mudança iminente para as pessoas mais afetadas antes de fazer um grande anúncio. Muitas vezes, a resistência à mudança é, na verdade, aversão à surpresa. O tempo gasto conversando pessoalmente com cada um para compartilhar a razão por trás da mudança e expor a visão para o futuro valerá a pena no longo prazo.

Passo Cinco: Lance a visão 

Quando é hora de compartilhar a mudança com o grande grupo, comece sempre com o “por que” por trás dessa mudança.

  • Por que não podemos continuar fazendo isso da maneira que sempre fizemos.
  • Embora o status quo seja confortável, por que não podemos ficar onde estamos.
  • Por que a mudança, mesmo sendo desafiadora, valerá a pena no final.

É fácil ignorar o “Por que” e ir direto para “O Que”, mas as pessoas precisam entender o ímpeto por trás da mudança para entrarem na nova realidade.

Passo Seis: Permaneça nesse caminho 

Muitas vezes, o impacto imediato das mudanças significativas é de piorar as coisas. A taxa de comparecimento cai, o engajamento também e as reclamações disparam. A reação natural é correr e voltar atrás, para a segurança da forma como costumávamos fazer as coisas, mas isso é um erro. Assim como Moisés se recusou a voltar ao Egito, como líderes, temos que resistir ao clamor e dar uma chance à mudança.

Embora administrar mudanças seja um desafio, é também um fator essencial. Auxiliar as pessoas a navegarem pela mudança de maneira saudável ajuda-as a crescer como indivíduos, fortalece a organização e aumenta nossa própria eficiência como líderes.

Este post foi originalmente escrito em inglês por Geoff Surratt | 9  de maio de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Três fatores chave para encontrar ótimos voluntários

Estamos todos precisando de voluntários. Se formos construir um ótimo ministério de estudantes, – aquele que acreditamos que Deus quer que construamos – não conseguiremos fazer isso sozinhos. Teremos que encontrar ótimas pessoas para nos ajudar. Na verdade, eu diria que o seu ministério de estudantes subirá e descerá de capacidade, de acordo com a qualidade da sua equipe de voluntários. E isso ocorre porque um grande ministério depende mais do que apenas possuir um ótimo prédio, um grande orçamento ou uma boa estratégia.

1. Ótimos voluntários formam ótimos ministérios.
A questão sobre os voluntários é simples: eles precisam ser encontrados. Ótimas pessoas estão lá fora, e elas serão incríveis para servir em seu ministério. Elas só não sabem disso ainda! Nosso trabalho é encontrá-las e recrutá-las, e isso não é uma tarefa fácil. Por isso, gostaria de passar apenas três dicas que, em minha opinião, irão ajudá-lo imediatamente a aumentar o número de voluntários que você conseguirá. Identifique seu alvo. Você precisa esclarecer duas coisas. Primeiro, quem você está procurando? Essa é uma ótima pergunta para a qual devemos ter uma resposta. Que tipo de pessoa você quer em seu ministério? Que tipo de qualidades você quer que elas tenham? Que tipo de disponibilidade? Que idade e em que estágio da vida? Seja claro sobre quem você está procurando, para que você saiba quando encontrá-los. Essa é a segunda questão que você precisa perguntar: onde estão elas? Onde esse tipo de pessoa é encontrado? Elas estão na faculdade? Elas estão no ministério de solteiros? Estão em pequenos grupos de jovens casais? Estão jogando na liga local de futebol? Identifique quem eles são e comece a aparecer nos locais e recrutá-los onde eles estiverem.

2. Aprimore seu discurso.
Você precisa aprimorar, e quero dizer realmente aperfeiçoar, sua visão rápida. Este é o discurso de 3 a 5 minutos que você faz a alguém que você acabou de conhecer, seja tomando um café, andando pelo mercado, ou que está jogando na mesma liga online que você. Talvez, ao lado do Evangelho e de seus votos de casamento, este precisa ser o discurso mais eficaz que você fará em toda sua vida. É uma visão rápida para explicar por que o que você está fazendo é urgente e como Deus poderia usá-los para mudar a vida de alguém para sempre. Afinal, você está convidando-os a serem influenciadores no estágio mais influente da vida de alguém. Sua cidade está cheia de estudantes que não estão em um relacionamento com Jesus, e eles têm uma chance de fazer algo para mudar isso. Eles têm a chance de levar Jesus para a próxima geração! Deus está procurando por alguns homens e mulheres que estão dispostos a simplesmente dizer “sim” com uma ou duas horas de seu tempo por semana. Só isso! Portanto, aprimore seu discurso e esteja preparado para fazer sua pergunta a essas pessoas.

3. Recrute recrutadores.
Não, não foi um erro de digitação. As melhores pessoas no recrutamento de voluntários são, na verdade, outros bons voluntários. Você não é o único que pode recrutar. Você precisa recrutar alguns recrutadores. Procure seus melhores voluntários e peça-lhes que identifiquem e apresentem você a alguém que eles conheçam, e que também seria ótimo em fazer o que eles estão fazendo. E o legal é que você nem precisa treiná-los. Eles já estão se voluntariando justamente para que saibam o que é preciso ter ou saber para serem bons no que fazem. Eles sabem quem você está procurando, e isso, provavelmente, significa que eles conhecem muitas pessoas que se encaixam nesse perfil.

Este post foi originalmente escrito em inglês por Jamey Dickens  |  22  de março de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Dicas para se comunicar com seus voluntários

Já definimos a importância dos voluntários muitas vezes. Eles são uma força vital. Sem eles, seria quase impossível fazer o ministério! Mas uma parte crucial de sustentar a longevidade de seus voluntários recai inteiramente em seu colo – a comunicação. Como, o que e quando você se comunica com suas equipes pode fortalecer ou enfraquecer a experiência e a adoção deles em relação à visão de seu ministério.

Como se Comunicar
É sempre importante ir até onde as pessoas estão quando se trata de comunicação. Pode não ser onde VOCÊ está ou onde VOCÊ quer estar… mas não se trata de você!

Comece pelas redes sociais – é sempre uma boa ideia. Utilize os murais do seu ministério – e, às vezes, seus próprio mural – use as redes para se comunicar com seus voluntários é uma boa opção. Uma outra forma ainda mais pessoal é mandar mensagens diretamente para eles. Mensagens de celular individuais podem levar tempo para serem escritas, mas são, com certeza, a melhor maneira de entrar em contato com a maioria das pessoas. E-mails também são uma forma confiável. Se você tiver grandes equipes de voluntários, considere a possibilidade de usar um serviço como o ‘ Eventbrite’ para agendar reuniões da equipe, isso facilita a comunicação de eventos quando se trata de muitas pessoas. Se você ainda não está tão amigo desses  serviços, existem aplicativos para o seu celular como o ‘Whatsapp’, que tornam as trocas de mensagens de texto em grupo muito fáceis, não importa para quem você esteja enviando as mensagens de texto e quais são os planos deles. Em caso de dúvida sobre como se comunicar com suas equipes, pergunte a elas! Faça uma pesquisa para descobrir qual é o método de comunicação preferido delas – e ouça o que elas têm a dizer! 

O que Comunicar
Os tópicos óbvios a se comunicar com sua equipe são logísticos – quando você precisa deles, onde você precisa deles, os detalhes, etc. Além desses tipos de comunicação, será muito importante priorizar a comunicação informal com seus voluntários. Converse com eles. Pergunte como a semana está indo. Se eles tiverem uma grande cirurgia, ou um feriado, ou um pedido de oração, certifique-se de que você está acompanhando essa informação de forma apropriada. Se isso parecer difícil para você, separe um pouco de tempo todos os dias para fazer esse tipo de verificação. Crie uma equipe de acompanhamento que te possa ajudar nisso. Faça alguma coisa! Faça disso uma prioridade. Essas pessoas dão horas de seu tempo a cada semana… de graça! O mínimo que podemos fazer é ter certeza de que elas se sentem amadas, cuidadas e que a comunicação feita não é apenas sobre assuntos relacionados ao ministério.

 

Quando Comunicar
Não há hora errada para se comunicar! Acredito firmemente que deve haver muita comunicação sobre as expectativas e muito cuidado com as pessoas que estão em nossas equipes de voluntários. Você já ficou incomodado com a frase “Muito Obrigado”? Ou você já ficou incomodado com um e-mail de esclarecimento? Não! Nós amamos essas coisas. Eles nos fazem sentir seguros e desejados. Isso é o mesmo que ocorre com seus voluntários. Eles querem saber que você está pensando neles e que você tem o melhor interesse neles em sua mente. E sua comunicação deve refletir isso. Eles estão na linha de frente, lidando com crianças e famílias, e seu trabalho é se comunicar bem com eles, para que possam fazer bem o seu trabalho. Então, comunique-se com frequência e de forma regular. Não há “excesso”… a menos que você esteja enviando spam a todo momento, mas acho que a maioria de nós sabe diferenciar e está consciente sobre esse tipo de situação!

 

Este post foi originalmente escrito em inglês por   |  11  de maio de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Recrutando Voluntários para o Grande Grupo

Você se lembra de quando você era apenas uma criança e um líder se levantava para ensinar na igreja? Eles eram tão monótonos. Eles seguravam uma pasta e liam a história bíblica para o grupo com pouquíssima paixão e entusiasmo. Talvez eles paravam entre cada frase, o que parecia levar em torno de 10 minutos.

Espere.

Espere um segundo (som de disco riscado).

Não, você não se lembra dessa época por causa da maneira que ensinavam.  Na verdade, é um milagre que você ainda esteja na igreja. Deus certamente é bondoso!

Aqui está uma coisa importante: se quisermos que as crianças se lembrem das histórias bíblicas e das verdades da Palavra de Deus, é importante que não as apresentemos de maneira que façam elas cair no sono. A apresentação deve ter energia e paixão, fazendo com que as crianças se engajem, ficando envolvidas do início ao fim.

Você pode estar dizendo: “Eu quero isso, mas como encontro as pessoas certas?” Quando você está recrutando, muitas vezes só tentamos olhar em volta da igreja para encontrar as pessoas que não estão servindo em nenhum lugar. Nós quase nunca iniciamos uma conversa com uma pessoa que não conhecemos pedindo para ela servir. No entanto, quando se trata de recrutar alguém para estar no palco na frente de um Grande Grupo, realmente não deveria ser tão difícil. Em vez de procurar as pessoas que só não estão servindo, procure as pessoas que exalam os traços que você deseja. Essas pessoas geralmente se destacam. Elas são extrovertidas, amigáveis, às vezes barulhentas, tipicamente riem muito e, naturalmente, têm energia e paixão em tudo o que elas fazem. Procure pessoas que mostrem esse presente dado por Deus em vez de alguém para preencher uma necessidade.

Observe a diferença:

“Ei José, eu estava pensando se poderíamos conversar sobre você liderar o Grande Grupo”.

Ou

“Ei, José, notei algo sobre você. Você sempre é tão positivo, divertido e é ótimo quando você está por perto. Você parece apaixonado e tem tanta energia. Você já pensou em permitir que Deus usasse esses pontos fortes no palco? Acredito que você seria um Superstar na frente das crianças. “

Quando você se aproxima de alguém, comece a apontar os pontos fortes dele, e como você pode ver Deus usando esses pontos no ministério.

Faça uma lista dos dons e pontos fortes que você precisa para o cargo. Quando você começar a procurar os dons, ao invés de preencher buracos, você começará a ter mais sucesso encontrando as pessoas certas para o lugar certo.

Este artigo foi traduzido originalmente da pagina  http://orangeblogs.org/252basics/large-group-recruiting/em (inglês) por Eder Bizutti e revisado por Sergia Kelling (dia 8/março/2018)

 

A forma mais fácil de explicar a estratégia do Pense Laranja para sua equipe.

Uma vez que você ouve a estratégia do Pense Laranja, ela faz muito sentido. No entanto, se você nunca ouviu falar disso antes, pode parecer um pouco estranho. Você pode ter começado a explorar a estratégia Laranja, ou já está vivendo Laranja há anos, mas lembre-se, as pessoas de sua equipe precisam saber do que tudo isso se trata. Aqui estão quatro dicas para explicar a “Pense Laranja” aos voluntários do seu ministério.

(1) Simplifique.

A estratégia do Pense Laranja é fácil de entender, mas pode ser complexa de se viver. Por isso, se está falando pela primeira vez, ou parece ser a milionésima vez, mantenha simples. Lembre-se, o objetivo é que a sua igreja faça parceria com os pais, para um impacto maior na vida das crianças, assim ambos poderão caminhar por conta própria. É realmente simples. Você pode falar sobre os detalhes de como sua igreja vai alcançar isso, depois que eles entenderem esta parte.

(2) Torne visual.

Se você nunca esteve na Conferência do Pense Laranja ou na Orange Tour, primeiro quero te dizer que você precisa ir. Se você já foi, então já viu que o Reggie Joiner é um mestre em tornar suas mensagens visuais. Quando ensinamos algo para as crianças, entendemos o valor do ensino com visual atrativo. É por isso que existem as lições práticas. Mas, quando vamos ensinar os adultos, esquecemos que essas crianças visuais cresceram. O resultado é que deixamos de ensinar os adultos visuais. Por isso, considere tornar a mensagem visual para que seus alunos possam realmente aprender.

Nós ensinamos as crianças visualmente mas quando vamos ensinar adultos, esquecemos que essas crianças visuais cresceram. #PenseLaranja

(3) Repita várias vezes.

Repetições não são apenas para aquelas pessoas animados com o treinamento de circuito. Repetição também é uma ferramenta poderosa de fixação da visão. Na verdade, ouvi dizer que quando você repete a visão ao ponto de VOCÊ estar cansado de ouvir, aí que ALGUMAS pessoas estão começando a entender. Mesmo assim, você precisa continuar repetindo. Se você acredita que essa estratégia ajudará as crianças a conhecer Jesus e a crescer nesse relacionamento, então é muito importante não descuidar da apresentação da visão. Continue dizendo até ficar fixo em suas mentes, como a música do Small World da Disney. . . Ok, talvez um pouco menos irritante.

(4) Torne pessoal.

Talvez a melhor maneira de ajudar as pessoas a entender e comprar a ideia da estratégia do Pense Lanraja seja torná-la pessoal. Ao se preparar para falar sobre isso, considere as crianças que já estão na sua igreja. Fale o nome delas e de seus. Peça a seus voluntários que pensem nas crianças que eles conhecem, talvez até os seus próprios filhos, e imaginem como seria fazer parceria com seus pais para ter um impacto maior na criança. Ajude seus voluntários a imaginar como seria fazer tudo isso, colocando um nome e um rosto.

Ponto de partida. Se você está trabalhando com crianças na igreja, então seu objetivo é obviamente ter um impacto em suas vidas. Sendo verdade, tenho certeza de que você quer ter o maior impacto possível. A estratégia do Pense Laranja pode ajudar você a fazer isso.

 

Este post foi originalmente escrito em inglês por Matt Norman  | 6 de fevereiro de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Carolina Fedoruk.

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Construindo Confiança Com Os Pais Como Um Líder de Pequeno Grupo

Inerentemente, ser um líder de pequeno grupo leva em si muita responsabilidade. Você está sendo confiado a poucos pelo menos uma vez por semana e mais tarde alguns mais, especialmente quando eles vão crescendo. Isso não é algo que alguém deveria fazer de qualquer jeito. Existe uma quantidade incrível de confiança e compromisso que precisam entrar nesses relacionamentos. E por mais influência que você tenha, em última análise, você não é os pais deles. Você não tem a palavra final para essas jovens vidas. Então, como você poderia cuidar e nutrir a relação com os pais, para que você possa continuar a falar à vida de seu pequeno grupo?

Comunicação
É importante que seu pequeno grupo entenda que podem confiar completamente em você. Mas também é importante que os pais deles saibam isso. Separe um tempo para comunicar suas expectativas e suas intenções com eles. Certifique-se de que eles sabem que você sempre irá informá-los se houver algum tipo de situação grave e fatal, mas eles precisam confiar em sua discrição e entender que você está tentando construir confiança também. Eles precisam ter a certeza de que você não irá privá-los de nada desnecessariamente. Também é uma boa idéia informá-los sobre os seus planos de passeios, encontros, festas de aniversário, etc., independentemente da idade do seu pequeno grupo! Os pais de crianças de Ensino Médio apreciam a comunicação tanto quanto os pais dos alunos do Ensino Fundamental I e II. Certifique-se de que você não está guardando segredos quando se trata de como você lidera seu pequeno grupo.

 

Conexão
Quando você se casar, você deve aceitar a família do seu parceiro como a sua, mesmo que essas relações nem sempre sejam fáceis. O mesmo vale para o seu pequeno grupo. Você está ligado com os pais das crianças, queira você ou não! Não ignore isso. Em vez disso, faça um esforço e aproveite o tempo para se conectar com eles. Considere reunir-se com os pais de vez em quando, ou, pelo menos, regularmente mandar mensagens através de e-mail ou texto. Deixe-os saber que você ainda está por perto, e lembre-os de que você está lá pelos filhos deles. Tente planejar uma excursão de pequeno grupo com as família e onde todos são convidados. Dê aos pais  oportunidades de saberem e participarem dos assuntos nos quais você está trabalhando com o seu pequeno grupo. Dentro do possível, faça tudo o que puder para incluí-los e ajudá-los a permanecerem conectados ao grupo, permitindo que essa confiança cresça entre os pais e você.

 

Cuidado
Você pode se comunicar e tentar se conectar durante todo o dia, mas se você não está fazendo isso com cuidado genuíno, todo esforço será perdido. A comunicação deve ser feita com bom senso, e ainda sim não exageradamente. Às vezes, precisamos lembrar que a bondade e o cuidado tomam um longo caminho para que se possa construir uma boa conexão com as pessoas. Mostrar que se preocupa com os pais dos seu pequeno grupo é uma das coisas mais simples e profundas que você pode fazer por elas. Recordar nomes, aniversários, marcos familiares e outras informações também contribuem para mostrar o quanto você se importa. Essas pessoas são mais do que apenas um nome da sua lista. Eles têm que lidar com os filhos deles diariamente, tomando decisões difíceis e passar por situaçōes que você nem pode imaginar. Mostre empatia. Aprenda a amar e respeitar papel deles.

Em última análise, você ocupa grande parte do poder aqui. Com certeza, você irá lidar com alguns pais difíceis. Mas você só pode controlar a si mesmo e a sua resposta à situação em questão. Não estrague as coisas pela forma como você se comunica, conecte-se ou se preocupe com os pais de seu pequeno grupo . Arregace as mangas e faça tudo o que puder para gerar confiança.

 

Este post foi originalmente escripo por por David Clark | 19 de outubro de 2017 e traduzido e adaptado para o português por Mateus Amorim. 

Níveis de Parceria com os Pais

Feito por Stephanie Porter

Um diferencial chave sobre a estratégia PENSE LARANJA é a  parceria intencional com os pais. Nós chegamos a conclusão que temos aproximadamente 40 horas para investir na vida das crianças em nosso ministério a cada ano. Os pais, por outro lado, possuem aproximadamente 3.000 horas para influenciar suas crianças em um ano.

Como líderes do ministério de crianças, nós gastamos inúmeras e incontáveis horas para que o domingo seja a melhor hora da semana de cada criança. Nós também oramos, montamos uma estratégia e perdemos o sono com o dilema de como ajudar os pais a entenderem que o que acontece na semana é mais importante do que aquilo que acontece no domingo.

Como equipar as famílias para que se tornem vencedoras durante a semana?

Como ajudar os pais a enxergarem a si mesmos como os primários e mais importantes líderes espirituais?

Como nós podemos encorajar e equipar os nossos pais?

Eu penso que é inacreditavelmente fácil cultivar uma Atitude de “tanto faz” e perder aquilo que é mais importante em nosso ministério.

Cada pai é um parceiro de nosso ministério. Eles não estariam em sua igreja se eles não o fossem. Mas, os pais são seus parceiros em níveis diferentes. Abaixo se encontra um guia do “PENSE LARANJA” do Reggie Joiner, que o ajudará a ver de maneira mais clara os diferentes níveis de parceria com os pais.

  • Consciente – Pais estão preocupados sobre alguma situação ou desenvolvimento particular. Estes pais não estão muito envolvidos com a igreja, mas estão abertos e estão interessados em se tornarem pais melhores. Eu ainda não conheci pais que não têm interesse em melhorar. 
  • Envolvido – Um relacionamento básico ou intermediário com sua igreja. Mesmo que seja somente trazendo suas crianças para a igreja, estes pais estão tomando passos na influência espiritual de suas crianças. Esta é a situação de quase a maioria de suas suas famílias – faça questão de ver isto como uma VITÓRIA! 
  • Engajado – Pais que estão comprometidos na parceria com a igreja. Eles estão crescendo no relacionamento com Deus e assumem alguma responsabilidade pela liderança espiritual em seu lar. Estes pais talvez estejam servindo em seu ministério, ou em algum outro ministério de outra igreja, eles mesmos são comprometidos em participarem de um pequeno grupo, e são os pais que são mais frequentes nos cultos. 
  • Investidor – Pais que são devotos e proativos na  parceria com a igreja. Eles entendem a estratégia de seu ministério e estão em comunhão com grupos de pais cristãos. Este deve ser o alvo: Conduzir os pais através do investimento de uma parceria com sua igreja e ministério.

Muitas vezes a diferença entre  níveis pode proporcionar  algo a mais. Por exemplo, você pode conduzir um pai de informado a envolvido com o evento “Experiência em Família” no qual eles trazem toda a família. Ou um pai envolvido para um pai engajado, simplesmente promovendo o “Parent Cue App” e assim proporcionar o diálogo entre pais e filhos, sobre a sua fé, a história Bíblica semanal e como podem aplicar aquilo que aprenderam – ambos, pais e filhos.

Uma vez que você identifica como os pais fazem a parceria com o seu ministério, você pode conduzi-los para o próximo passo com um alvo estratégico. Guarde em sua mente que em fases diferentes, os pais estarão mais conectados e envolvidos do que em outras, e uma grande maneira de mantê-los conectados é ajudando-os a entender os marcos de desenvolvimento e eventos importantes que uma criança experimenta.

Também, não coloque seu foco em apenas um nível de parceria.Tente alcançar todos os pais e considere o nível de envolvimento em que eles se encontram quando você fizer seus eventos ou enviar algum material.

Agora você e seu time podem começar a fazer a medição e os ajustes necessários para saberem como as famílias fazem a parceria com seu ministério e assim desenvolverem os próximos passos de maneira bem clara – para que eles possam ser conduzidos para o próximo nível. Existe alguma maneira diferente e criativa em que você poderá passar a visão para eles? Existe um plano para equipar cada família com a oportunidade de passar da fase de envolvidos para engajados?

Para mais ideias de como conectar e  engajar os pais contate um de nossos especialistas. Lembre-se: duas influências combinadas são muito mais fortes do que duas influências.