Do planejamento ao sonho: Uma estratégia para planejar com antecedência

Uma das questões recorrentes que ouvimos dos parceiros é a constante luta para planejar com antecedência. Como diz o ditado, “o domingo está chegando” e há muitas peças que precisam ser colocadas no lugar antes que ele chegue! A vida de um líder Ministerio de Criança pode facilmente se tornar um padrão recorrente de corrida e preparação para apresentar no domingo, a cada semana, seguido de pressa e limpeza assim que o último serviço termina. E o ciclo continua, fazendo o que tem que ser feito, semana a semana e domingo a domingo.

Uma das maneiras mais rápidas de levar sua equipe de ministérios ao próximo nível é antecipar o ciclo de preparação semanal. Se você puder, tenha espaço para refletir sobre o que está por vir e pensar “fora da caixa”, ou “fora da sala” ou “fora do palco”, enquanto se prepara para esses serviços. Quando o tempo não é um fator de controle, mais pessoas podem estar envolvidas e mais opções podem ser consideradas.

Trabalho de mesa

O primeiro passo para chegar à liderança de um jogo é o mais difícil. Mas, como a maioria das coisas na vida, você só precisa dar o primeiro passo uma vez. Antes de chegar ao sonho, você precisa sair do processo de planejamento semanal. Isso levará um dia, então vá em frente, pegue seu calendário e marque um dia que você poderá dedicar ao planejamento do resto do mês atual. Quando chegar o dia, traga seus petiscos favoritos, acomode-se em sua mesa e vá fundo. Será um dia longo, mas assim que terminar, você não terá que fazer essa tarefa longa e solitária novamente.

Trabalhando o sonho

Agora que você fez o trabalho de mesa, é hora de mudar para o sonho. Não planeje reuniões, faça uma festa. Convide todos que gostariam de participar da diversão de olhar para o futuro e sonhar com maneiras novas e envolventes de decorar seu ambiente, apresentar as lições e celebrar os domingos com seus filhos e equipes. Convide seus contadores de histórias e seus líderes de pequenos grupos. Convide os anfitriões e os recepcionistas. Qualquer um que esteja investindo em servir com seus filhos pode participar da diversão.

Durante a reunião, quero dizer, festa, você pode usar o escopo e o ciclo (localizado na seção Recursos do Líder do Guia de Treinamento) para repassar o que está por vir para o próximo trimestre. Em seguida, abra a conversa e convide todos a compartilhar ideias e inspirações. Quanto mais pessoas se sentirem incluídas no processo de planejamento, mais comprometidas estarão em fazê-lo acontecer. É uma ótima maneira de informar sua equipe de que cada pessoa é valorizada e sua contribuição é bem-vinda. Escolha atividades divertidas, decorações chamativas ou jogos emocionantes, e use o tempo extra que você tem agora para fazer com que essas adições especiais aos seus domingos ganhem vida.

Viva, sonhe e repita

Ao trazer esses jogos emocionantes, decorações e comemorações para sua vida aos domingos, prepare sua câmera e tire belas fotos! Use-as para compartilhar a diversão com outras pessoas em sua igreja através das mídias sociais. Ver o ministério em um nível de excelência e diversão é um ímã para novos voluntários. Todo mundo quer fazer parte de algo que é bem feito e que faz a diferença em suas vidas. Aqueles que estão em uma equipe que está servindo com excelência e se divertindo raramente estão procurando razões para renunciar. Eles estão esperando pela próxima festa de planejamento para que possam fazer tudo de novo!

Sonhe!

Este post foi originalmente escrito em inglês pela  Equipe Orange  EUA 12 de agosto de 2017 e traduzido e adaptado para o português pela Equipe Pense Laranja.

A Estratégia Importa

Se você já ouviu falar do PENSE LARANJA alguma vez – ou utiliza nosso currículo, participa de nossos eventos ou já leu qualquer um dos nossos livros, você nos ouviu falar sobre “A estratégia do PENSE LARANJA”: a combinação da influência da Igreja e da Família para ter um impacto maior na próxima geração.

Talvez a ideia de “estratégia” em relação à igreja seja nova para você. Ou talvez você tenha acreditado na ideia de estratégia, mas não tem certeza se ela está fazendo alguma diferença. Em ambos os casos, você pode estar se perguntando: “A estratégia realmente importa na igreja?”.

No PENSE LARANJA, dedicamos mais de uma década de trabalho com base na crença de que a estratégia REALMENTE importa, mas é justo fazer a pergunta: “Como e por que isso importa”.

A estratégia lhe dá a oportunidade de colocar sua equipe e as famílias em sua igreja na mesma página, falando sobre as mesmas coisas, trabalhando para os mesmos objetivos e medindo o “sucesso” do mesmo ponto de vista. Quando você faz isso, a probabilidade de alcançar essas metas aumenta substancialmente. Mas, o que acontece quando você e sua equipe implementam uma estratégia em seu ministério? Você gasta tempo e recursos para definir e começar a colocar em prática algumas formas de fazer a implementação da estratégia, mas você sente que sua congregação não está absorvendo a ideia, seus pais não parecem estar respondendo ao que você está fornecendo a eles como reforço. Quando converso com os líderes sobre isso, respondo: “Me diga o que você fez para que sua congregação e seus pais saibam sobre a estratégia que você estabeleceu”. Olhe, simplesmente estabelecer uma estratégia não é o passo final. Esse é, na verdade, o primeiro passo. Até mesmo ter uma reunião com os pais ou fazer um sermão sobre a estratégia para informar à sua igreja que ela não é o passo final. É o segundo passo em um processo contínuo de lembrar, educar, reforçar e implementar aquilo que você estabeleceu.

Para começar a enxergar alguns frutos de sua estratégia, você precisa de um plano semanal contínuo, para sempre colocá-la na frente das pessoas em sua igreja. Um plano para voluntários. Um plano para os pais. Um plano para os outros membros da sua congregação que você gostaria que fossem voluntários. Uma única vez não vai funcionar. Isso significa que uma reunião não levará sua estratégia a um lugar de importância, assim como um método único não atingirá o objetivo de sua estratégia. Líderes muitas vezes me perguntam: “Devo imprimir os cartões de dicas aos pais, publicá-los em nosso site ou enviá-los para eles?”. Minha resposta é “sim”. O que significa que você deve fazer todas essas coisas. Estar em vários lugares significa que você tem maior probabilidade de colocar o recurso nas mãos do público-alvo. Se você consegue pensar em um método de comunicação, você deve usá-lo. Se por acaso estiver usando um currículo PENSE LARANJA, já criamos as ferramentas para fazer tudo isso e fornecemos o que você precisa para que isso aconteça. Tudo o que você precisa fazer é “conectar e dar o play”, por assim dizer. Pegue o que já criamos e conecte-o a cada meio de comunicação que você acha que pode lhe dar a oportunidade de interagir com pais, voluntários e sua congregação geral.

MAS, apenas colocar os recursos nas mãos dos pais não significa que eles sabem o que fazer com o recurso ou por que você está isso enviando para eles. Coloque os sistemas onde você possa lembrar os pais de forma contínua a intenção de qualquer recurso que você lhes dá e porque você quer que eles tenham o tal recurso. Ajude-os a lembrar o que fazer com o recurso e como isso os ajudará a fazer parceria com você. Use a linguagem mais ampla em suas comunicações regulares com famílias, voluntários e sua congregação, e esteja continuamente lembrando-os sobre sua estratégia e como eles fazem parte dela.

A estratégia é importante para que possamos realmente tomar as medidas necessárias para apresentar a próxima geração a Jesus, mas, como líderes, devemos tomar as medidas necessárias para garantir que nossa estratégia seja clara para aqueles que desejamos que estejam conosco. Reserve algum tempo para avaliar o que você está realmente fazendo para informar as pessoas em sua igreja. Você está definindo para eles como se engajar na sua estratégia? Existe um caminho claro para eles seguirem? Eles entendem como os recursos que você fornece se vinculam à estratégia? Identifique as áreas em que você precisa implementar algumas medidas de ação para tornar sua estratégia realmente importante para aqueles que você deseja influenciar.

SIM, é preciso tempo, esforço, energia e recursos da sua parte, mas não vale a pena garantir que a geração que vem depois de nós tenha conhecimento de Jesus?

Este post foi originalmente escrito em inglês por Amy Grisham 11 de outubro de 2017 e traduzido e adaptado para o português pela Equipe Pense Laranja.

7 Coisas pelas quais você nunca vai ter tempo suficiente

Há pelo menos sete coisas na liderança pelas quais você nunca vai ter tempo suficiente – ao menos, claro, se você as fizer.

E líderes sábios as fazem de verdade.

Meu palpite é que, se você está lendo isso, é porque já está se sentindo pressionado pelo tempo e um pouco sobrecarregado.

Bem-vindo à liderança. Bem-vindo à vida.

Se você estudar as diferenças entre os grandes líderes e os líderes ruins, muitos deles se concentram em torno da proatividade, na recusa de desculpas e no pensamento em abundância.

Outra diferença fundamental é que os grandes líderes se recusam a deixar seus dias serem sugados por reuniões e mais reuniões inúteis, e-mails e serem atraídos para as prioridades urgentes de outras pessoas.

Se você chegou à sexta-feira e teve dificuldade em responder à pergunta: “O que fiz esta semana?”, pode ser porque você não conseguiu reservar tempo para essas sete coisas para as quais os grandes líderes sempre encontram tempo.

Então, se você realmente quiser melhorar sua liderança e começar a realizar algo significativo, comece a ganhar tempo para esses sete fatores.

1. Investindo em suas melhores pessoas
Adivinha quem monopolizará seu tempo se você não for proativo? As pessoas mais problemáticas. Elas ocuparão sua agenda inteira, a menos que você decida o contrário.

Quando o voluntário X não aparece pela quinta vez, a maioria dos líderes gastaria tempo e esforço incríveis tentando consertar isso. Ou você recebe outro pedido de reunião da pessoa Y, que sempre parece ter alguma crise insolúvel acontecendo em sua vida.

E no processo, seus melhores líderes serão ignorados.

Suas melhores pessoas – aquelas que aparecem na hora, sempre preparadas e prontas para fazer um trabalho excepcional – raramente pedem para se encontrar com você. Elas nunca te ligam. Nunca te incomodam.

Uma ótima prática de liderança é passar a maior parte do seu tempo com seus melhores profissionais.

Por quê?

Isso os torna melhores.

Isso te faz melhor.

Move sua missão para frente mais rapidamente.

E, sejamos honestos, não é como se as pessoas realmente melhorassem tanto após você se encontrar com elas. Elas continuam sendo problemáticas.

Portanto, reduza suas perdas e passe a maior parte do tempo com as melhores pessoas.

2. Planejando o futuro
Nunca há tempo suficiente para fazer um ótimo trabalho planejando o futuro. Mas se você estudar os líderes com melhores desempenhos perceberá que eles fazem algo que muitos outros líderes não fazem: gastam muito tempo trabalhando em planos para o futuro.

Naturalmente, eles também executam as ideias. Mas ter uma missão, uma visão, uma estratégia e até mesmo um conjunto de valores cuidadosamente elaborados e compartilhados, pode guiar sua organização para o futuro.

Se você não planeja o futuro, o futuro simplesmente acontecerá.

Se você planeja o futuro, você vai moldá-lo.

Quando foi a última vez que você reservou um dia inteiro – ou mesmo uma semana inteira – para planejar o futuro?

Ninguém nunca vai pedir para você fazer isso; eles só vão te criticar se você não fizer. Então, faça.

3. Seus projetos de maior valor
Se você dividir o que você faz em categorias do menor para o maior valor, você aprenderá algo interessante.

Você naturalmente passará a maior parte do tempo fazendo as coisas que fornecem o menor valor: respondendo a e-mails, indo a reuniões muito longas e que não precisariam ter acontecido ou que você não deveria ter comparecido, e respondendo a perguntas que realmente não movem sua missão para frente.

Pense desta forma: se você não participou de nenhuma das situações acima durante uma semana, o que seria realmente perdido (além de ter uma caixa de entrada cheia para esvaziar)?

Mas você também faz coisas que fornecem um valor excepcionalmente alto. Embora varie de líder para líder, para mim essas coisas criariam grandes séries de sermões, estabelecendo objetivos para os próximos meses e anos e garantindo que nossos líderes mais antigos se mantenham saudáveis ​​e estejam em sua missão. Eu sei que quando faço essas coisas bem, nossa igreja faz o melhor.

Se você gasta constantemente tempo em projetos de alto valor, terá um legado muito maior como líder do que os outros que não o fazem.

Então, qual é o maior valor que você traz para sua organização? Reserve um tempo significativo para fazer isso.

4. Exercícios
Eu evitei isso por muito tempo na minha liderança. Durante a primeira década do meu tempo na liderança, mal me exercitei.

Ironicamente, trabalhei mais horas e fiz menos coisas.

Embora não seja perfeito em minha rotina de exercícios, ela tem sido uma parte importante da minha vida nos últimos cinco anos, mais do que em qualquer outro momento. Assim como o sono adequado.

Talvez não por coincidência, no tempo em que mais me exercitei e dormi melhor, nossa igreja cresceu de uma forma que jamais tinha crescido antes. Eu também escrevi três livros, lancei este blog e lancei um podcast de liderança.

Isso pode não ser uma simples coincidência.

Você arrumará tempo para ir ao médico se sofrer de obesidade, diabetes ou doença cardíaca. Então, por que não reservar esse tempo para fazer exercícios?

5. Sono adequado
Nos anos 80 e 90, os líderes costumavam se gabar do pouco sono que tinham. E eu segui essa linha de pensamento até quase me matar.

A falta crônica de sono foi um fator importante no desgaste pessoal que eu passei quase uma década atrás.

Hoje, eu não perco mais o sono. Na verdade, acredito que dormir uma noite inteira e até tirar sonecas é uma arma secreta que a maioria dos líderes não percebe que existe.

Você pensa com mais clareza e se torna mais agradável quando está descansado. Todo mundo fica assim. E essas são duas características principais de líderes eficazes.

Todo mundo vai pedir para você ficar acordado mais tarde para fazer as coisas. Não faça isso. Vá para a cama no horário certo. Você se sentirá mais revigorado e vivo pela manhã.

6. Família
Todos querem que você tenha uma ótima vida familiar como líder, mas eles pedirão que você participe do evento no próximo sábado (que será seu dia de folga com a família). Então, o que você faz? Muitos líderes cedem e dizem sim ao evento.

Toda vez que você diz sim a um evento no seu dia de folga, está dizendo não à sua família.

Toda vez que você diz sim para sair à noite, está dizendo não à sua família.

Toda vez que você diz sim a um projeto que não consegue administrar adequadamente, está dizendo não à sua família.

Duas coisas podem ajudar nisso. Primeiro, determine antecipadamente qual será o tempo com a sua família. Então, quando as pessoas perguntarem se você está livre, pode simplesmente dizer: “Sinto muito, tenho um compromisso”. Se tudo o que você tem é um espaço em branco em sua agenda, você acabará dizendo sim. Então escreva “FAMÍLIA” no seu calendário como se fosse um compromisso. Em segundo lugar, você precisa aprender a dizer não de forma agradável.

Um dia você vai se aposentar da liderança. Você nunca vai se aposentar da sua família.

7. Pensamento
Todo líder precisa de tempo para pensar. Se sua vida é uma série de reuniões longas, administração, textos e e-mails intermináveis, você nunca terá tempo para realmente pensar.

Inovação nunca surge de líderes que querem apenas terminar as tarefas. Ela vem de líderes que questionam o que “isso ou aquilo” deveria ser.

Mais uma vez, você pode deixar um espaço em branco na sua agenda apenas para pensar. Vá para um longo passeio de carro com as janelas abertas. Encontre uma cafeteria para se sentar e beber algo. Dê um passeio na floresta. Ou apenas tranque a porta do escritório, feche o notebook e pegue uma caneta e papel.

Você pode desenvolver algumas estratégias para se tornar um pensador melhor, mas primeiro você precisa simplesmente criar espaço e tempo para que isso seja possível.

Este post foi originalmente escrito em inglês por  Carey Nieuwhof 12 de dezembro de 2016 e traduzido e adaptado para o português pela Equipe Pense Laranja.

Ajudando Voluntários a Passar pela Mudança

Era hora de mudar, era hora de alterar o serviço de sábado às 16h00 para as 17h00. Passamos meses pesquisando os melhores horários de atendimento, pedindo informações às famílias e discutindo a mudança com as partes interessadas. (Eu não sabia que os horários de serviço tinham partes interessadas.) Quando chegou o dia da mudança, no entanto, choro e reclamações foram ouvidos por quilômetros de distância. Por mais de um ano, cartas anônimas foram colocadas no local de oferta, implorando, ameaçando, exigindo o retorno do serviço de sábado às 4 da tarde. Como poderia um simples turno de 60 minutos causar tanto alvoroço?

Se você está na liderança há muito tempo, tenho certeza de que tem suas próprias cicatrizes de uma mudança que você liderou. Talvez você tenha alterado uma política, pintado uma parede ou retirado um programa. Por que a mudança causa tamanha angústia? Ou as pessoas são más ou a mudança é difícil. Embora certamente existam pessoas más, acho que a razão subjacente para a resistência é que passar por uma mudança é difícil.

Portanto, a escolha é evitar mudanças sempre que possível ou aprender formas eficientes de conduzi-las. Embora uma mudança sempre cause angústia para algumas pessoas, acho que há passos que podemos seguir para, efetivamente, conduzi-la de maneira saudável, com o mínimo de revolta possível.

Passo Um: Identifique a cultura 

É importante entender como a cultura de sua igreja responde às mudanças em geral. Algumas culturas gostam de mudar. Se eles não tiverem uma grande mudança em algumas semanas, eles começam a procurar algo para alterar.

Do outro lado do espectro está a cultura avessa à mudança, onde a tradição é importante, o “novo” é suspeito e o status quo é reverenciado.

Aqui está um teste simples para saber se sua cultura gosta ou é avessa à mudança. O que seria necessário para mudar a cor de uma parede no berçário?

Avessa à mudança: uma reunião de comissão, um voto congregacional e um milagre.

Gosta de mudar: um balde e um pincel.

Passo Dois: Entenda os líderes 

Para liderar uma mudança de forma eficaz, é essencial entender como outros líderes processam as mudanças. Os extremos opostos do espectro são representados por dois homens pelos quais tenho muito respeito: Harold e Rick.

Harold é meu sogro e é avesso às mudanças. Ele tinha um buraco na parte de trás de várias calças, porque sua cadeira no trabalho tinha uma mola solta e ele escolheu continuar sentando nela, mesmo com a mola, ao invés de trocar de cadeira. Rick é um pastor com o qual trabalhei uma vez, e é um visionário incrível que ama a mudança. Seu lema é: “se Deus me der uma visão hoje, por que eu esperaria até amanhã para agir?”.

Quando você está trabalhando com uma equipe, é importante identificar os “Harolds” e os “Ricks” em seu time. Com os Harolds, você precisa dispender muito tempo explicando a mudança, enquanto os Ricks estão mais interessados ​​no resultado potencial.

Passo Três: Convoque a equipe 

Um dos princípios que me norteiam é algo que aprendi em um curso de administração na Dale Carnegie, há alguns anos: “As pessoas apoiarão um mundo que ajudaram a criar”. Poucas pessoas gostam de mudanças que são impostas, mas a maioria apoiará as mudanças que elas ajudaram a construir.

Passo Quatro: Espalhe a notícia 

Todo mundo gosta de estar no caminho certo, por isso é importante “espalhar” a mudança iminente para as pessoas mais afetadas antes de fazer um grande anúncio. Muitas vezes, a resistência à mudança é, na verdade, aversão à surpresa. O tempo gasto conversando pessoalmente com cada um para compartilhar a razão por trás da mudança e expor a visão para o futuro valerá a pena no longo prazo.

Passo Cinco: Lance a visão 

Quando é hora de compartilhar a mudança com o grande grupo, comece sempre com o “por que” por trás dessa mudança.

  • Por que não podemos continuar fazendo isso da maneira que sempre fizemos.
  • Embora o status quo seja confortável, por que não podemos ficar onde estamos.
  • Por que a mudança, mesmo sendo desafiadora, valerá a pena no final.

É fácil ignorar o “Por que” e ir direto para “O Que”, mas as pessoas precisam entender o ímpeto por trás da mudança para entrarem na nova realidade.

Passo Seis: Permaneça nesse caminho 

Muitas vezes, o impacto imediato das mudanças significativas é de piorar as coisas. A taxa de comparecimento cai, o engajamento também e as reclamações disparam. A reação natural é correr e voltar atrás, para a segurança da forma como costumávamos fazer as coisas, mas isso é um erro. Assim como Moisés se recusou a voltar ao Egito, como líderes, temos que resistir ao clamor e dar uma chance à mudança.

Embora administrar mudanças seja um desafio, é também um fator essencial. Auxiliar as pessoas a navegarem pela mudança de maneira saudável ajuda-as a crescer como indivíduos, fortalece a organização e aumenta nossa própria eficiência como líderes.

Este post foi originalmente escrito em inglês por Geoff Surratt | 9  de maio de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

Dicas para se comunicar com seus voluntários

Já definimos a importância dos voluntários muitas vezes. Eles são uma força vital. Sem eles, seria quase impossível fazer o ministério! Mas uma parte crucial de sustentar a longevidade de seus voluntários recai inteiramente em seu colo – a comunicação. Como, o que e quando você se comunica com suas equipes pode fortalecer ou enfraquecer a experiência e a adoção deles em relação à visão de seu ministério.

Como se Comunicar
É sempre importante ir até onde as pessoas estão quando se trata de comunicação. Pode não ser onde VOCÊ está ou onde VOCÊ quer estar… mas não se trata de você!

Comece pelas redes sociais – é sempre uma boa ideia. Utilize os murais do seu ministério – e, às vezes, seus próprio mural – use as redes para se comunicar com seus voluntários é uma boa opção. Uma outra forma ainda mais pessoal é mandar mensagens diretamente para eles. Mensagens de celular individuais podem levar tempo para serem escritas, mas são, com certeza, a melhor maneira de entrar em contato com a maioria das pessoas. E-mails também são uma forma confiável. Se você tiver grandes equipes de voluntários, considere a possibilidade de usar um serviço como o ‘ Eventbrite’ para agendar reuniões da equipe, isso facilita a comunicação de eventos quando se trata de muitas pessoas. Se você ainda não está tão amigo desses  serviços, existem aplicativos para o seu celular como o ‘Whatsapp’, que tornam as trocas de mensagens de texto em grupo muito fáceis, não importa para quem você esteja enviando as mensagens de texto e quais são os planos deles. Em caso de dúvida sobre como se comunicar com suas equipes, pergunte a elas! Faça uma pesquisa para descobrir qual é o método de comunicação preferido delas – e ouça o que elas têm a dizer! 

O que Comunicar
Os tópicos óbvios a se comunicar com sua equipe são logísticos – quando você precisa deles, onde você precisa deles, os detalhes, etc. Além desses tipos de comunicação, será muito importante priorizar a comunicação informal com seus voluntários. Converse com eles. Pergunte como a semana está indo. Se eles tiverem uma grande cirurgia, ou um feriado, ou um pedido de oração, certifique-se de que você está acompanhando essa informação de forma apropriada. Se isso parecer difícil para você, separe um pouco de tempo todos os dias para fazer esse tipo de verificação. Crie uma equipe de acompanhamento que te possa ajudar nisso. Faça alguma coisa! Faça disso uma prioridade. Essas pessoas dão horas de seu tempo a cada semana… de graça! O mínimo que podemos fazer é ter certeza de que elas se sentem amadas, cuidadas e que a comunicação feita não é apenas sobre assuntos relacionados ao ministério.

 

Quando Comunicar
Não há hora errada para se comunicar! Acredito firmemente que deve haver muita comunicação sobre as expectativas e muito cuidado com as pessoas que estão em nossas equipes de voluntários. Você já ficou incomodado com a frase “Muito Obrigado”? Ou você já ficou incomodado com um e-mail de esclarecimento? Não! Nós amamos essas coisas. Eles nos fazem sentir seguros e desejados. Isso é o mesmo que ocorre com seus voluntários. Eles querem saber que você está pensando neles e que você tem o melhor interesse neles em sua mente. E sua comunicação deve refletir isso. Eles estão na linha de frente, lidando com crianças e famílias, e seu trabalho é se comunicar bem com eles, para que possam fazer bem o seu trabalho. Então, comunique-se com frequência e de forma regular. Não há “excesso”… a menos que você esteja enviando spam a todo momento, mas acho que a maioria de nós sabe diferenciar e está consciente sobre esse tipo de situação!

 

Este post foi originalmente escrito em inglês por   |  11  de maio de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Equipe Pense Laranja.

A forma mais fácil de explicar a estratégia do Pense Laranja para sua equipe.

Uma vez que você ouve a estratégia do Pense Laranja, ela faz muito sentido. No entanto, se você nunca ouviu falar disso antes, pode parecer um pouco estranho. Você pode ter começado a explorar a estratégia Laranja, ou já está vivendo Laranja há anos, mas lembre-se, as pessoas de sua equipe precisam saber do que tudo isso se trata. Aqui estão quatro dicas para explicar a “Pense Laranja” aos voluntários do seu ministério.

(1) Simplifique.

A estratégia do Pense Laranja é fácil de entender, mas pode ser complexa de se viver. Por isso, se está falando pela primeira vez, ou parece ser a milionésima vez, mantenha simples. Lembre-se, o objetivo é que a sua igreja faça parceria com os pais, para um impacto maior na vida das crianças, assim ambos poderão caminhar por conta própria. É realmente simples. Você pode falar sobre os detalhes de como sua igreja vai alcançar isso, depois que eles entenderem esta parte.

(2) Torne visual.

Se você nunca esteve na Conferência do Pense Laranja ou na Orange Tour, primeiro quero te dizer que você precisa ir. Se você já foi, então já viu que o Reggie Joiner é um mestre em tornar suas mensagens visuais. Quando ensinamos algo para as crianças, entendemos o valor do ensino com visual atrativo. É por isso que existem as lições práticas. Mas, quando vamos ensinar os adultos, esquecemos que essas crianças visuais cresceram. O resultado é que deixamos de ensinar os adultos visuais. Por isso, considere tornar a mensagem visual para que seus alunos possam realmente aprender.

Nós ensinamos as crianças visualmente mas quando vamos ensinar adultos, esquecemos que essas crianças visuais cresceram. #PenseLaranja

(3) Repita várias vezes.

Repetições não são apenas para aquelas pessoas animados com o treinamento de circuito. Repetição também é uma ferramenta poderosa de fixação da visão. Na verdade, ouvi dizer que quando você repete a visão ao ponto de VOCÊ estar cansado de ouvir, aí que ALGUMAS pessoas estão começando a entender. Mesmo assim, você precisa continuar repetindo. Se você acredita que essa estratégia ajudará as crianças a conhecer Jesus e a crescer nesse relacionamento, então é muito importante não descuidar da apresentação da visão. Continue dizendo até ficar fixo em suas mentes, como a música do Small World da Disney. . . Ok, talvez um pouco menos irritante.

(4) Torne pessoal.

Talvez a melhor maneira de ajudar as pessoas a entender e comprar a ideia da estratégia do Pense Lanraja seja torná-la pessoal. Ao se preparar para falar sobre isso, considere as crianças que já estão na sua igreja. Fale o nome delas e de seus. Peça a seus voluntários que pensem nas crianças que eles conhecem, talvez até os seus próprios filhos, e imaginem como seria fazer parceria com seus pais para ter um impacto maior na criança. Ajude seus voluntários a imaginar como seria fazer tudo isso, colocando um nome e um rosto.

Ponto de partida. Se você está trabalhando com crianças na igreja, então seu objetivo é obviamente ter um impacto em suas vidas. Sendo verdade, tenho certeza de que você quer ter o maior impacto possível. A estratégia do Pense Laranja pode ajudar você a fazer isso.

 

Este post foi originalmente escrito em inglês por Matt Norman  | 6 de fevereiro de 2018 e traduzido e adaptado para o português por Carolina Fedoruk.

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Progressão não Perfeição

Se você disse Sim para a nova geração, e você está disposto a embarcar em uma jornada de mudança de vida na familias em que você serve, você precisa entender que alguns desapontamentos virão juntamente com esta jornada. Nós somos pessoas quebradas e estamos tentando liderar pessoas quebradas. Não está nos prometido o sucesso, então por que nos encontramos tão surpresos quando as coisas não acontecem como gostaríamos que acontecessem? Quando algo que foi dito machuca aquilo que é a nossa essência. Quando a pessoa na qual você investiu tanta energia e esforço vai embora, quando você espera que 100% das pessoas que você convidou venham para o seu evento e somente 40% aparecem, quando 10 voluntários dizem que não vão aparecer no domingo. Nós miramos na lua e talvez acertamos uma estrela.  Como você se sente com isto? Nossas ações são muitas determinadas pela maneira com a qual nos sentimos sobre alguma coisa. O ministério é cheio de desapontamentos, mas isto porque talvez nós buscamos a perfeição no lugar do progresso. Perfeição é um esforço por alguma aparência ou resultado. Uma busca muitas vezes obsessiva, cheia de detalhes que podem nos tornar em leaders monstrinhos.  Progresso significa, que de uma forma constante você está se movimentando em direção do objetivo desejado e  você celebra as pequenas vitórias ao decorrer do caminho que irão definitivamente somar para uma vitória. Vamos então colocar alguns alguns alvos sábios. Tenha certeza de que você terá o elemento da diversão e um objetivo que vai servir de encorajamento. Deus lhe fez por uma razão. Descanse Nele. Repetindo:
  • Específico
  • Mensuravel
  • Alcançável
  • Relevante
  • Definido
Se podemos ser melhores ao definir alvos, então podemos estar certos de que estamos indo na direção certa de nosso destino. Faça um compromisso de continuamente reajustar as suas expectativas,  coloque alvos sábios, e busque o progresso no lugar da perfeição. Lembre-se: Você está em uma maratona e não em uma corrida de curta distãncia.

Estratégia, não um currículo!

No 252 Basics, nós acreditamos que ministério é mais do que um currículo. Por isto que tudo o que fazemos se encaixa na visão geral da estratégia Laranja. No livro PENSE LARANJA do Reggie Joiner , ele explica porque a estratégia é tão importante.

Um currículo provê informação, mas a estratégia ensina com um final em mente. Existem conceitos chaves  que uma criança precisa aprender em cada idade, desde o nascimento até os 18 anos de vida – conceitos específicos em cada fase de vida. Princípios e experiências que proporcionaram a ela um crescimento real no relacionamento com Jesus Cristo. Quando temos uma estratégia geral, um plano mestre existente, o resultado final sempre trará a criança a nossa mente.

O currículo equipa líderes, mas a estratégia os desenvolve.
A estratégia ajuda os líderes a focar naquilo que é correto – desenvolver voluntários em líderes, conectar com o lar, conectar crianças pequenas e estudantes. Esta mudança de  FOCO nos permite concentrar nosso tempo e energia para o crescimento das pessoas de nosso  ministério e nos  ajuda a crescer como líderes.

Um currículo facilita as reuniões, mas a estratégia prioriza comunidade.
O papel do pequeno grupo é elevado quando você tem uma estratégia específica para cada idade. Cada criança ou adolescente precisa ter um líder adulto em sua vida, no qual ele pode confiar e que também comunica as mesmas coisas que seus pais estão comunicando. Nós acreditamos que o pequeno grupo é o primeiro lugar onde a verdade é processada, porque é ali que  adultos e crianças desenvolvem um relacionamento. É o lugar onde eles se sentem seguros para fazer perguntas e assim internalizar a verdade.

Um currículo substitui os pais, mas uma estratégia conecta com eles.
A estratégia busca criar um alinhamento entre a igreja e o lar. Mesmo tentando maximizar o impacto que temos nesta geração, o tempo que a criança ou estudante passa no lar tem um impacto enorme no seu desenvolvimento espiritual, não somente nas horas que ele passa lá , mas por causa do relacionamento entre os  pais e a criança.  Por isso que é tão importante sermos  estratégicos na maneira de conectar com os pais e em como aumentar o relacionamento pais-crianças.

Um currículo provê informação, mas uma estratégia mobiliza estudantes a experimentar o que eles estão aprendendo.


Nós acreditamos que o ensino vai  além de um formato  de uma exposição básica da lição, e sim de uma maneira pela qual  as crianças e os jovens irão experimentar a verdade fundamental.

 


Na nossa perspectiva, este é um componente chave para que a fé comece a fazer parte do DNA de nossas crianças e estudantes. Nós acreditamos que eles devem ser ativos no ministério, recebendo assim, a chance de se tornarem parte da igreja local agora. Não devemos  esperar até que “um dia”, eles finalmente vão ter o desejo de servir sem ter nunca terem tido a oportunidade de experimentar o que significa servir no corpo de Cristo… Uma parte fundamental do crescimento espiritual é o serviço.